domingo, 8 de abril de 2012

As Quatro Raças Originárias


As Quatro Raças Originárias



Inicialmente, visaremos às origens terrestres da humanidade, segundo as tradições históricas e esotéricas, confirmadas pela ciência antropológica e etnológica dos nossos dias.

As quatro raças, que atualmente compartilham o globo terrestre, são filhas de terras e de zonas diversas. Criações sucessivas, lentas elaborações da terra em trabalho, os continentes têm emergido dos mares, com consideráveis intervalos de tempo a que os velhos sacerdotes da Índia chamavam interdiluvianos. Através de milhares de anos, cada continente gerou a sua flora e a sua fauna coroada por uma raça humana de cor diferente.
Fragmentos de Édouard Schuré 




RAÇAS
Vermelha
O Continente Austral, engolido pelo último grande dilúvio, foi o berço da raça vermelha primitiva, de que os índios da América não são senão os restos procedentes de trogloditas, que, ao afundar do seu continente, se refugiaram nos cumes das montanhas. Segundo as tradições brahmânicas, a civilização teria começado na Terra há cinqüenta mil anos (50.000 anos), com esta raça, sobre o Continente austral, quando a Europa inteira e uma parte da Ásia estavam ainda sob a água. As suas mitologias falam também de uma raça de gigantes anterior – confirmada por outros povos, em suas mitologias e segundo a antropologia. Têm-se encontrado em certas cavernas do Tibet ossadas humanas gigantescas, cuja conformação parece mais de macaco que de homem. Pertencem a uma humanidade primitiva, intermediária, ainda vizinha da animalidade, que não possuía nem linguagem articulada, nem organização social, nem religião. Enfim, o Continente Austral, hoje submergido, chamado ATLÂNTIDA pelo Filósofo grego Platão. E que segundo as tradições egípcias, um grande cataclismo o destruiu em parte, dispersando-lhe os restos. Várias raças polinésias assim como os índios da América do Norte e os Astecas, que Francisco Pizarro encontrou no México, são os sobreviventes da antiga Raça Vermelha, cuja civilização, para sempre perdida, teve seus dias de glória e de esplendor material. Todos esses pobres retardatários trazem na alma a melancolia incurável das velhas raças que se consomem sem esperança.
Preta
A África é a mãe da raça negra, denominada etiópica pelos gregos. Após a Raça Vermelha é a Raça Negra que domina o globo. É necessário procurar o seu time superior não no negro comum, mas sim, no abissínio e no núbio, nos quais se conserva o caráter dessa raça chegada ao seu apogeu. Os negros invadiram o Sul da Europa em tempos pré-históricos, tendo sido dali repelido pelos brancos. A sua recordação apagou-se completamente das nossas tradições populares, deixando, todavia, nela duas impressões indeléveis: o horror ao dragão, que constituiu o emblema dos seus reis, e, a idéia de que o diabo é negro. Por seu turno, os negros devolveram o insulto à raça sua rival, fazendo o diabo branco. Nos tempos longínquos da sua soberania, os negros possuíam centros religiosos no Alto Egito e na Índia. As suas povoações ciclópicas ameaçavam as montanhas da África, do Cáucaso e da Ásia central. A sua organização social consistia numa teocracia absoluta. No vértice, sacerdotes temidos como deuses; na base, tribos inquietas, sem família reconhecida, as mulheres escravas. Esses sacerdotes possuíam conhecimentos profundos, o princípio da unidade divina do universo e o culto dos astros que, sob o nome de sabeísmo, se infiltrou nos povos brancos. Entre a ciência dos sacerdotes negros e o fetichismo grosseiro dos povos, não existia, porém, ponto intermediário, de arte idealista, de mitologia sugestiva. Quanto ao mais, possuíam uma indústria já adiantada, sobretudo a arte de manejar pela balística, massas colossais de pedras e de fundir os metais em fornos imensos em que faziam trabalhar os prisioneiros de guerra. Entre esta raça poderosa, pela resistência física, pela energia passional e pela capacidade afetiva, a religião foi, pois, o império da força pelo terror. A Natureza e Deus nunca apareceram à consciência desses povos infantes senão sob a forma do dragão, do terrível animal antediluviano, que os reis faziam pintar nas suas bandeiras e que os sacerdotes esculpiam sobre as portas dos Templos.
Amarela
A Ásia deu à luz a raça amarela, que se mantém com os chineses. É o povo oriental. O mais espiritual da Terra.
Branca
Esta raça saiu das florestas da Europa, dentre as tempestades do Atlântico e os sorrisos do Mediterrâneo. Se o Sol da África chocou a Raça Negra, pode-se dizer que os gelos do Pólo Ártico veriam a eclosão da Raça Branca, que são os hiperbóreos de que fala a mitologia grega. Esses homens de cabelos ruivos e olhos azuis vieram do Norte através de florestas alumiadas de clarões boreais, acompanhadas por cães e renas, sob o comando de chefes temerários e incitados por mulheres videntes. Madeixas de ouro e olhos azuis: cores predestinadas. Tal raça devia criar o culto do Sol e do Fogo Sagrado e trazer ao mundo a nostalgia do Céu. E não tarda realmente que ela ora se revolte contra ele até o querer escalar (Ex: Torre de Babel), ora se prosterne ante os seus esplendores numa adoração absoluta.


A HISTÓRIA Atual

As pesquisas mais recentes indicam que a espécie humana surgiu na África, há cerca de 5 milhões de anos. Ali, num ambiente tropical, reuniram-se as condições que permitiram uma lenta evolução. A civilização oriental é mais antiga do que a ocidental. Pesquisas recentes de antropólogos e arqueólogos concluem que a espécie humana surgiu na África por volta de 5 milhões de anos atrás. Depois dos tempos “pré-históricos”, que foram os mais extensos do desenvolvimento do “homo sapiens”, apenas por volta de 6.000 a 5.000 a. C. é que se iniciaram os “tempos históricos” , com a introdução do emprego de metais (bronze e ferro) e início da socialização humana, em aldeias neolíticas e a invenção da escrita. A partir daí, já se havendo espalhado por todo o Oriente, o ser humano se organizou às margens dos seus rios em grandes civilizações, das quais as mais famosas foram: a egípcia,a mesopotâmica, a fenícia, a hebraica (Oriente Próximo , em área conhecida como Crescente Fértil, pois distribuíram-se geograficamente em forma de uma meia-lua); a hitita ( na Ásia Menor); a persa ( na Ásia Central); a hindu e a chinesa ( no Extremo-Oriente). Todas essas civilizações possuíam traços em comum. Economia: basicamente agrícola, com trocas de mercadorias. Em segundo lugar, o comércio, de início a troca direta e mais tarde com moedas, já cunhadas a partir do século VII a.C.. Sociedade: essencialmente patriarcal, onde o núcleo básico era a família. A mulher era considerada uma propriedade. Exceção foi o Egito aonde as mulheres chegaram aos mais altos cargos de mando. Vida Política: o poder era absoluto e tinha o caráter teocrático. No Egito, o Faraó era considerado o filho do deus mais importante (inicialmente Hórus e depois Rá, o deus-sol). Entre os mesopotâmicos, o rei era o sacerdote de Amu, o deus do céu; na Pérsia, representava Ahura-Masda, o deus do bem. Na China, era o filho do céu. Entre os hebreus e os hindus, a influência dos sacerdotes sobre os governantes era enorme. Religiões: Tiveram grande importância, o que se traduziu visivelmente no plano político e artístico. Arte, literatura e ciência: no Oriente, o homem de cultura sempre procurou a transcendência para uma esfera divina, quer nas artes, quer na ciência. A astronomia se desenvolveu muito, em conjunto com a astrologia, especialmente na Mesopotâmia: estrelas, relógios de sol e clepsidras. A matemática era desenvolvida (sistema sexagesimal, bases de Geometria, medidas de áreas e volumes desenvolvidas por egípcios e mesopotâmicos), cálculo do valor de “pi”, feito por hindus e chineses; invenção de algarismos ditos arábicos pelos hindus, sistema decimal criado pelos egípcios. Alfabeto: foi uma invenção dos fenícios, a partir da escrita cuneiforme. Os gregos, posteriormente, aperfeiçoaram a escrita oriental acrescentando as vogais.




Comentário:

Enfim, muito se diz, porém entre fato e boato, o que se pode ter certeza é que a evolução se deu. Particularmente acredito que é muita mais verídica e aceita a história contada por Édouard Schuré em sua coleção “Os Grandes Iniciados – História Oculta das Religiões”. Me parece tratar-se de um fenômeno literário, devido a quantidade de livros vendidos no mundo inteiro. É fato, de que no texto da “História e/ou estória atual”, não se pode negar vários parágrafos referentes aos deuses, como nos confirma as mitologias de todo mundo. Também algumas, senão todas, descobertas citadas, são mais ou menos confirmadas. No entanto, devo chamar-lhes a atenção para cada Mestre Maior que despontava a cada época, independente do que surgia ou se descobria naquele período de tempo. E, principalmente, os ensinamentos de cada um deles, que pretendo divulgar aqui neste espaço, para que seja comparado e absorvido por todos aqueles que se interessam ou precisam se interessar em sua própria evolução pessoal. Este site foi elaborado de forma que pudesse instruir, e ainda, foi feito com muito amor, visando divulgar tais ensinamentos para quem sabe um dia a grande maioria da humanidade serem de pessoas dignas de se chamarem “Humanas”.



2 comentários:

  1. obrigado por suas palavras onde podemos nos consagrar na"umbanda de todos nos"

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  2. podia ter falado mais da raça amarela :(

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